O Ministério da Saúde anunciou a suspensão preventiva da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan após o registro de reações adversas temporalmente associadas à aplicação do imunizante. A medida foi adotada como precaução enquanto são realizadas investigações para verificar se existe relação direta entre a vacina e os casos registrados.
Segundo o governo federal, duas mortes ocorridas após a aplicação da vacina estão sendo investigadas. Até o momento, não há confirmação de que os óbitos tenham sido causados pelo imunizante.
O Ministério da Saúde também recomendou que estados e municípios que aplicaram a vacina nas últimas semanas realizem o monitoramento das pessoas vacinadas, com o objetivo de identificar possíveis reações adversas ou sinais de alerta relacionados à imunização.
Em Pirassununga, a Secretaria Municipal de Saúde informou em nota ao jornal O Movimento que recebeu oficialmente a orientação do Ministério da Saúde referente à suspensão temporária da vacina.
De acordo com a pasta, antes da suspensão, o município aplicou 152 doses do imunizante desde o dia 10 de fevereiro de 2026. A vacinação foi destinada a profissionais da Atenção Básica com até 59 anos de idade, seguindo os critérios estabelecidos para a campanha.
A Secretaria também informou que foram registradas 48 notificações de Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou Imunização (ESAVI), todos classificados como não graves.
Os registros foram realizados no sistema oficial e-SUS Notifica, conforme as orientações previstas no Guia Informativo Técnico-Operacional da Vacina da Dengue (atenuada), elaborado pelo Ministério da Saúde.
Ainda segundo a nota, a notificação de possíveis eventos adversos faz parte da rotina de monitoramento e vigilância em saúde e é considerada obrigatória para o acompanhamento da segurança e eficácia dos imunizantes utilizados no país.
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A Secretaria orienta que pessoas vacinadas que apresentarem qualquer reação ou sintoma após a aplicação procurem uma unidade de saúde para avaliação médica, registro da ocorrência e orientações adequadas.
Nos casos em que houver sintomas compatíveis com dengue, os pacientes deverão passar por avaliação clínica e, quando necessário, investigação laboratorial para esclarecimento diagnóstico e acompanhamento médico.
A Prefeitura informou ainda que segue acompanhando as orientações dos órgãos competentes e adotará as medidas necessárias conforme as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde.
NOTA
A Secretaria Municipal de Saúde de Pirassununga informa que recebeu a orientação do Ministério da Saúde referente à suspensão temporária da aplicação da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan.
Antes da suspensão, o município aplicou 152 doses da vacina, desde o dia 10 de fevereiro de 2026, em profissionais da Atenção Básica com até 59 anos de idade, conforme os critérios estabelecidos para a campanha.
Em relação à segurança vacinal, foram registradas 48 notificações de Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou Imunização (ESAVI) classificados como não graves. Todos os registros foram realizados no sistema oficial e-SUS Notifica, seguindo as orientações previstas no Guia Informativo Técnico-Operacional da Vacina da Dengue (atenuada), produzido pelo Ministério da Saúde.
A Secretaria ressalta que a notificação de eventos adversos faz parte da rotina de monitoramento e vigilância em saúde, sendo um procedimento obrigatório que contribui para o acompanhamento da segurança e eficácia dos imunizantes utilizados no país.
As pessoas vacinadas que apresentarem qualquer reação ou sintoma após a aplicação devem procurar uma unidade de saúde para avaliação, registro da ocorrência e orientação adequada. Nos casos em que houver sintomas compatíveis com dengue, o paciente será submetido à avaliação médica e, quando indicado, à investigação laboratorial para esclarecimento diagnóstico e acompanhamento clínico.
A Secretaria Municipal de Saúde permanece acompanhando as orientações dos órgãos competentes e adotará as medidas necessárias conforme as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde.
✍️ Reportagem: Jornalista Toni Oliveira
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