Créditos da imagem: Divulgação/Polícia Militar
Por Agência O Movimento – Gaeco cumpre mandados de prisão e busca em cinco cidades de SP e MG; bloqueio de R$ 16,7 milhões é determinado pela Justiça
Uma servidora pública, de 50 anos, de Pirassununga e um empresário, de 60 anos, da cidade estão entre os presos durante a segunda fase da Operação Calliphora, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), nesta quarta-feira (24).
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De acordo com informações obtidas pelo jornal ao Ministério Público do Estado, 4 de 5 mandados de prisão foram cumpridos, assim como 8 de 9 buscas e apreensões realizadas.
Alcance da operação
Os alvos da operação estão distribuídos em Pirassununga, Hortolândia, São José do Rio Preto, Pouso Alegre (MG) e Araguari (MG). Em Pirassununga, além da servidora e do empresário presos, outro funcionário público teve sua residência alvo de busca e apreensão.
Segundo o Ministério Público, os investigados desta fase correspondem ao “segundo escalão” do esquema de corrupção, incluindo funcionários municipais, gerentes de empresas e empresários parceiros do grupo criminoso.
A primeira fase da operação teve como alvo o então ex-prefeito José Carlos Mantovani, que possui foro privilegiado, e secretários municipais.
Prisão temporária e bloqueios
A Justiça determinou prisão temporária de cinco dias, com possibilidade de prorrogação por mais cinco, e os alvos são encaminhados ao fórum da localidade onde estão para serem ouvidos pelo núcleo Ribeirão Preto do Gaeco.
Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 16,7 milhões em bens, incluindo imóveis, veículos e contas bancárias.
Fraudes em licitações
Segundo o Gaeco, o grupo criminoso fraudava licitações da Prefeitura de Pirassununga desde a fase inicial, manipulando editais para restringir a concorrência. Após a assinatura dos contratos, os investigados alteravam os termos de forma a garantir lucro ilícito e distribuir vantagens financeiras entre os integrantes do esquema.
Posicionamento da Prefeitura
Procurada, a Prefeitura de Pirassununga informou que não irá se manifestar sobre a operação, uma vez que os investigados são da gestão anterior.
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