Créditos da imagem: CEM- Centro Especialidades Medicas
Por Agência O Movimento — O Conselho Municipal de Saúde de Pirassununga agendou para sexta-feira (26), às 7h30, no Centro de Especialidades Médicas (CEM), uma reunião extraordinária para deliberar e aprovar a ata do encontro realizado no dia 22 de dezembro.
Segundo o colegiado, a aprovação é uma etapa obrigatória para que o documento tenha validade formal, conforme prevê o regimento interno. Após a deliberação, a ata será encaminhada a pessoas, entidades e veículos de comunicação que solicitaram acesso, além de órgãos competentes, incluindo o Poder Executivo.
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A reunião do dia 22 ocorreu após a repercussão de relatos de assédio moral envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde. Durante o encontro, servidores, fornecedores e cidadãos apresentaram depoimentos aos conselheiros, descrevendo situações relacionadas ao ambiente de trabalho e ao atendimento ao público. Parte dos participantes se identificou formalmente, enquanto outros optaram por não se expor, alegando receio de possíveis represálias.
De acordo com informações apresentadas durante a reunião, a secretária municipal de Saúde, Solange Aparecida Martins, é citada em procedimentos em andamento no Ministério Público do Trabalho (MPT) e possui boletins de ocorrência registrados por assédio moral. Também foi mencionado, em depoimento, um relato de possível corrupção passiva, que deverá constar em ata como denúncia e ser apurado pelas instâncias competentes.
O Conselho avalia que os fatos relatados podem impactar a gestão da Secretaria de Saúde, o ambiente organizacional e a prestação de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) no município. O colegiado informou que fará o acompanhamento contínuo dos desdobramentos do caso.
Direito de resposta
O jornal O Movimento informou que abriu espaço para que a secretária municipal de Saúde, Solange Aparecida Martins, apresente sua versão dos fatos e se manifeste sobre as denúncias relatadas durante a reunião do Conselho Municipal de Saúde. Até a última atualização desta reportagem, não havia posicionamento oficial divulgado nos canais institucionais da Prefeitura.
Esclarecimento técnico-jurídico
Até a presente data, o jornal O Movimento informa que não teve acesso ao teor integral das denúncias formalizadas, tampouco a elementos probatórios documentais que comprovem, de forma objetiva, as alegações mencionadas durante a reunião do Conselho Municipal de Saúde.
As informações veiculadas nesta reportagem têm como base relatos apresentados em sessão pública do colegiado e dados de natureza pública ali mencionados. A eventual confirmação dos fatos e qualquer responsabilização administrativa, civil ou penal dependem de apuração pelos órgãos legalmente competentes.
O jornal informa que segue acompanhando os desdobramentos institucionais do caso e eventuais manifestações oficiais das partes envolvidas.
✍️ Reportagem: Jornalista Toni Oliveira
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