Créditos da imagem: Marcos Santos / USP Imagens
Por Agência O Movimento — O Alistamento Militar 2026 já está aberto e segue até o dia 30 de junho. O procedimento é obrigatório para todos os jovens brasileiros registrados como do sexo masculino que completam 18 anos em 2026. A exigência inclui também brasileiros que residem no exterior e homens trans maiores de idade que tenham feito a retificação de gênero nos documentos no último ano.
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Em Pirassununga (SP), o alistamento pode ser realizado de forma online ou presencialmente. O atendimento presencial ocorre na Junta de Serviço Militar (JSM), localizada no Paço Municipal, na Rua Galício Del Nero, nº 51. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h e das 13h30 às 16h.
Pelo segundo ano consecutivo, o alistamento também está aberto às mulheres brasileiras que desejam prestar o serviço militar de forma voluntária, desde que completem 18 anos em 2026. Diferentemente do masculino, o prazo para o alistamento feminino não será prorrogado. Criado pelo Ministério da Defesa em 2024, o serviço militar feminino oferece, em 2026, 1.467 vagas em todo o país, sendo 1.010 para o Exército, 300 para a Aeronáutica e 157 para a Marinha. As oportunidades estão distribuídas em 145 municípios de 21 estados, além do Distrito Federal. Após a incorporação, as mulheres selecionadas deverão cumprir 12 meses de Serviço Militar Inicial.
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O alistamento é gratuito e pode ser feito pela internet, por meio do sistema de Alistamento Online, com cadastro na plataforma Gov.br. Quem optar pelo atendimento presencial deve comparecer à Junta de Serviço Militar com os documentos originais. São exigidos certidão de nascimento ou casamento, documento oficial de identidade ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e comprovante de residência recente.
Jovens com condições de saúde impeditivas ou pessoas com deficiência (PCD) podem solicitar isenção do serviço militar. Para isso, é necessário apresentar laudos e documentos médicos já no momento do alistamento, preferencialmente emitidos por unidades de saúde públicas. Os documentos devem conter diagnóstico, código CID, identificação do médico responsável e número de registro no CRM.
✍️ Reportagem: Jornalista Toni Oliveira
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