Créditos da imagem: Freepik
Como o golpe aconteceu:
- Fraude via e-mail: Estelionatários enviaram mensagens eletrônicas falsas à prefeitura, solicitando a alteração dos dados bancários da empresa.
- Pagamento desviado: Mesmo com alertas anteriores da Le Card sobre possíveis tentativas de fraude, o setor de contabilidade acabou efetuando o pagamento de R$ 2,1 milhões para uma conta fraudulenta.
- Erro interno: O setor de Recursos Humanos foi alertado pela empresa de que não havia nenhuma mudança nos dados bancários, mas essa informação não chegou à contabilidade, resultando no pagamento errado.
- Justiça nega bloqueio: Após descobrir o golpe, a prefeitura entrou na Justiça para tentar bloquear os valores, mas o pedido foi negado inicialmente, o que gerou grande repercussão local e atrasou os créditos dos vales-alimentação dos servidores.
- Reação política: A Câmara Municipal instaurou uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) para investigar as falhas administrativas e buscar responsabilização dos envolvidos.
Esse caso é um exemplo claro de como golpes de engenharia social, mesmo os relativamente simples, podem causar prejuízos milionários a órgãos públicos com falhas de comunicação e segurança interna.
@Toni Oliveira, jornalista dos jornais O Movimento, O Momento, O Santarritense, Gazeta de Casa Branca, Gazeta de Pouso Alegre e portal Minas em Foco.
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