Créditos da imagem: Imprensa/Câmara
O departamento jurídico da Câmara Municipal de Pirassununga negou o pedido de suspeição pedido em plenário durante sessão da Câmara de Pirassununga realizada no último dia 31 de março, onde foi determinada abertura de uma CEI comissão especial de inquérito para analisar e avaliar os impactos do golpe sofrido pela prefeitura de Pirassununga no pagamento de 2,181 milhões, referente ao cartão alimentação dos servidores públicos municipais.
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No processo interno aberto pela Câmara Municipal de Pirassununga, ao qual refere-se o pedido de suspeição contra o vereador Carlos Luiz de Deus(MDB), feito pelo vereador Fabrício Lubrechet (NOVO). Lubrechet alegou que Carlos Luiz de Deus poderia não ser imparcial na Comissão Especial de Inquérito (CEI) nº 01/2025 devido a uma demanda judicial com o prefeito. No entanto, o pedido de suspeição foi indeferido com base no entendimento de que a Comissão de Inquérito é uma instância investigatória, e o vereador acusado de suspeição não tomaria decisões sozinho, mas contribuiria para a elaboração de um relatório final.
Contudo, o presidente da Câmara, Wallace Ananias de Freitas Bruno(MDB), declarou que a atuação do vereador Carlos Luiz de Deus não prejudicaria a imparcialidade da comissão, visto que a comissão tem como objetivo investigar e não julgar. Portanto, o pedido foi negado.
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