Créditos da imagem: Reprodução/Redes Sociais
Por Agência O Movimento – O crime que chocou Leme (SP) ganha novos detalhes. Segundo a investigação, Paloma Pamela Santino da Silva, então com 28 anos, confessou ter matado e esquartejado o ex-companheiro Éder Ericles de Oliveira, de 39 anos, após uma discussão motivada por ciúmes.
Após o crime, Paloma desfez-se do corpo em bueiros e uma caçamba próximos à casa onde morava, na Vila Bancária. Antes de confessar, ela chegou a registrar um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento de Éder, tentando enganar a polícia e a família.
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A farsa durou poucos dias. A Polícia Civil reuniu provas que derrubaram a versão contada por Paloma, levando à sua prisão em 13 de agosto de 2024.

Durante o período em que Éder era considerado desaparecido, familiares mobilizaram campanhas nas redes sociais, acreditando que ele havia sumido. A própria Paloma, acompanhada da ex-cunhada, chegou a ir pessoalmente à delegacia para reforçar a mentira.
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O Jornal O Movimento apurou que, em junho de 2024, Paloma havia registrado um boletim de ocorrência de violência doméstica contra Éder, mas voltou atrás dias depois. Em carta escrita de próprio punho, retirou as acusações.

📰 O caso teve repercussão nacional e, segundo apuração do Jornal O Movimento, Paloma Pamela Santino da Silva será julgada por Júri Popular no dia 17 de novembro, no Fórum de Leme (SP).
O julgamento deve reunir grande atenção pública, já que o crime — marcado pela brutalidade e pela falsa versão de desaparecimento — chocou a cidade e ganhou destaque em todo o país.
📍 O Jornal O Movimento acompanhará o júri e trará todas as atualizações sobre o caso.
✍️ Reportagem: Jornalista Toni Oliveira
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