Créditos da imagem: TJSP – BC
Por Agência O Movimento – O Tribunal do Júri condenou, na última quinta-feira (16), Raimundo Rodrigues da Silva a 16 anos de prisão pelo assassinato de sua ex-companheira, ocorrido em 2013, em Santa Cruz das Palmeiras.
O réu permaneceu oito anos foragido até ser capturado e responder judicialmente pelo crime.
Segundo o processo, o homem foi condenado por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Ele ateou fogo ao corpo da mulher enquanto ela ainda estava viva e, em seguida, a atropelou. A vítima deixou dois filhos.
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O Ministério Público teve a denúncia integralmente acolhida pelos jurados. O jornal O Movimento busca contato com a defesa do réu; o espaço segue aberto para eventual posicionamento.
Crime bárbaro
Conforme os autos, a vítima havia retornado à casa dos pais, em Casa Branca, após sofrer agressões e se separar do autor do crime.
Em junho de 2013, sob o pretexto de reatar o relacionamento, o homem convidou a ex-companheira para uma conversa em Cachoeira de Emas, distrito de Pirassununga.
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Diante da recusa da mulher, o condenado parou o veículo em uma estrada da zona rural de Santa Cruz das Palmeiras, retirou um galão com líquido inflamável do porta-malas e o lançou sobre a vítima, ateando fogo. Enquanto ela tentava apagar as chamas, foi atropelada pelo agressor, que ainda despejou mais combustível sobre o corpo antes de fugir.
Ferida, a mulher conseguiu alcançar uma rodovia e pedir socorro, mas faleceu poucos dias depois em hospital.
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