Créditos da imagem: buradakii/Stockphoto
Por Agência O Movimento – A presença ostensiva de fiscalização em frente às escolas tem gerado um debate sobre o limite entre segurança e excesso de punição. Proteger crianças e adolescentes é prioridade, mas a forma como a fiscalização é conduzida muitas vezes levanta questionamentos sobre proporcionalidade e bom senso.
Pais relatam que pequenas infrações — como parar alguns segundos fora da área demarcada — resultam em multas recorrentes e pesadas. Se o objetivo é educar motoristas e garantir a segurança dos estudantes, é essencial investir em orientação clara, sinalização adequada e ações educativas, antes de recorrer à punição.
O excesso de autuações gera sensação de injustiça e prejudica a confiança da população no poder público. Quando aplicada sem critério, a fiscalização corre o risco de se tornar mais uma fonte de arrecadação do que uma medida de proteção. Segurança e fiscalização devem caminhar juntas, sempre com transparência, proporcionalidade e foco educativo.
É possível proteger as crianças e, ao mesmo tempo, respeitar os cidadãos. Mais diálogo, campanhas educativas e fiscalização consciente são caminhos para tornar as ruas mais seguras e justas.
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