Por Agência O Movimento – Interior de São Paulo, 15 de junho de 2025 –Faleceu neste fim de semana, aos 101 anos, Scylla Durate Prata, uma das fundadoras do Hospital de Amor, em Barretos (SP). Ela dedicou grande parte da vida à luta por um atendimento digno e humanizado aos pacientes com câncer no Brasil.
Ao lado do irmão, o médico Dr. Paulo Prata, Scylla foi uma das idealizadoras da instituição, que se tornou referência nacional e internacional no tratamento oncológico. Sua atuação foi marcada pela fé, solidariedade e profundo amor ao próximo — valores que ajudaram a moldar o espírito do hospital.
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O Hospital de Amor lamentou profundamente a perda e destacou o legado inspirador deixado por Scylla, que ao longo de décadas impactou milhares de vidas com seu trabalho voluntário e compromisso com a causa.
O velório e as últimas homenagens ocorrem neste domingo, em Barretos.
A história de Scylla Prata, uma das fundadoras do Hospital de Amor
Scylla Prata foi uma das principais responsáveis por transformar um pequeno hospital no interior paulista em um dos maiores centros de tratamento oncológico da América Latina. Cofundadora do Hospital de Amor, em Barretos (SP), ela dedicou décadas de sua vida à promoção da saúde humanizada e ao acolhimento de pacientes com câncer.
Nascida em 1924, Scylla era irmã do médico Dr. Paulo Prata, idealizador da unidade que, anos depois, se tornaria o Hospital de Câncer de Barretos, hoje conhecido como Hospital de Amor. Com forte influência religiosa, espírito voluntário e compromisso social, ela se engajou desde os primeiros anos no apoio à estruturação da instituição.

Enquanto o irmão cuidava da parte médica e da captação de recursos, Scylla atuava no trabalho de base: acolhimento de pacientes, orientação de famílias, formação de equipes de apoio e mobilização comunitária. Sua presença era constante nos corredores do hospital, onde oferecia consolo, orações e apoio emocional aos doentes e seus familiares.
Scylla também foi responsável por articular redes de solidariedade em todo o país, promovendo campanhas de doação, bazares beneficentes e ações junto a voluntários. Era conhecida pelo sorriso sereno, pela fé inabalável e pela capacidade de transformar dor em cuidado.

Mesmo em idade avançada, permaneceu ativa nas ações sociais do hospital. Seu legado é visível na cultura de acolhimento e dignidade que norteia o trabalho da instituição até hoje, que atende gratuitamente milhares de pessoas todos os anos.
Seu nome está eternamente ligado à história de superação, fé e amor que define o Hospital de Amor.
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