Pirassununga descarta o primeiro caso  de suspeita de coronavírus - © Getty Images 

A Vigilância Epidemiológica de Pirassununga descartou um dos dois casos suspeitos do novo coronavírus na cidade.  O caso foi descartado, tendo como diagnóstico virús  da gripe da família de influenza, do tipo B.

O exame que descartou a presença do coronavírus, é o da paciente de 59 anos,  que esteve  recentemente na Itália e foi atendida no Pronto Atendimento do Hospital da Academia da Força Aérea, na quarta-feira do dia 26, com sintomas de gripe. A mulher estava sendo investigada pela Vigilância Epidemiológica de Pirassununga.

Segundo caso
O segundo caso de suspeita de coronavírus, em de um  homem que chegou na cidade na sexta-feira (28), e procurou a Santa Casa no sabádo (29), com os sintomas. A Vigilância Epidemiológica  informou que o paciente passou por avaliação médica e coletou exame para diagnóstico de coronavírus, que será feito no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo.

Veja a nota oficial, enviada para a redação do O Movimento


A Vigilância Epidemiológica de Pirassununga informa que o caso suspeito de coronavírus notificado pelo Hospital da Academia da Força Aérea no dia 26 de fevereiro foi descartado, tendo como diagnóstico Influenza B.

Informamos ainda que um novo caso suspeito foi notificado em 29 de fevereiro e encontra-se em investigação. Trata-se de um paciente do sexo masculino, Finlandês, que chegou ao Brasil no dia 19 de fevereiro. Chegou em Pirassununga no dia 28 de fevereiro e foi atendido na Santa Casa no dia 29 de fevereiro. 

O mesmo tem histórico de viagem ao Japão nos dias que antecederam o início de sintomas. Foi colhida amostra para exame, o paciente encontra-se em bom estado geral de saúde, está em isolamento domiciliar e seus contatos foram orientados e estão sendo monitorados.

Ressaltamos a importância da ampla divulgação e adoção de cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus:

Indivíduos sem sintomas respiratórios devem:
  • Evitar aglomerações em espaços fechados;
  • Manter distância de pelo menos 1 metro de qualquer indivíduo com sintomas respiratórios como, tosse, espirros;
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Se tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com cotovelo flexionado ou lenço de papel, descartar imediatamente após o uso e realizar a higiene das mãos;
  • Evitar tocar olhos, boca e nariz;
  • Uso de máscara não é necessário, pois não há evidências disponíveis em sua utilidade para proteger pessoas não doentes.
Indivíduos com sintomas respiratórios devem:
  • Usar uma máscara e procurar atendimento médico se apresentar febre, tosse e dificuldade em respirar, o mais rapidamente possível;
O uso de máscaras é uma das medidas de prevenção que limitam a propagação de doenças respiratórias, incluindo o novo coronavírus. No entanto, o uso de uma máscara isoladamente não é suficiente para fornecer o nível adequado de proteção. Usar máscaras quando não indicado pode causar custos desnecessários e criar uma falsa sensação de segurança que pode levar a negligenciar outras medidas como a prática de higiene das mãos. Além disso, o uso da máscara incorretamente pode prejudicar sua eficácia na redução de risco de transmissão.

Vigilância Epidemiológica de Pirassununga

 Da redação Toni Oliveira - O Movimento / É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo )

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