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Preços de alimentos fecham o ano com maior queda desde 2017; entenda

Redução desse grupo foi de, em média, de 2,4%, segundo INPC. O índice total, que ficou em 3,1%, também é o menor em cinco anos. O feijão carioca caiu 24% e a picanha, 13%

Carnes, ovos, frango, feijão, farinha e leite são alguns dos alimentos que ficaram mais baratos este ano |   FOTO: ILUSTRAÇÃO / PIXABAY

A desinflação global é um dos inúmeros fatores que tendem a fazer com que os valores dos alimentos caiam no ano de 2023, em uma situação que não se via desde 2017.

Economistas estimam que a deflação é de pouco mais de 1%, com as carnes ficando 9,4% mais baratas, aves e ovos, 6,8% mais em conta. No ano, o INPC ficou, até novembro, em 3,1%, que é o menor valor desde 2017.

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O IPCA, que é um gráfico bem mais amplo, corresponde às famílias com renda entre um e até 40 salários mínimos, o INPC acompanha os bens e serviços que esses familiares ganham menos que consomem.

Sendo assim, o INPC acaba funcionando como uma espécie de medidor do impacto da variação dos preços dos alimentos entre a população de menor renda, para a alimentação com maior peso no orçamento.

IPCA-15
Já o IPCA-15, também medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostrou que o preço das carnes teve queda acumulada de 9,26% até dezembro. Conforme noticiado, trata-se da maior baixa desde 2000. Em 2019, o item havia acumulado alta de 25,69%. O mesmo ocorrei em 2020, quando aumentou 22,9%. 

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