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Conta de luz em agosto terá bandeira verde

 Com isso, não haverá aumento na cobrança de luz em todo o país. Segundo Aneel, a bandeira verde será possível devido a melhoria dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas

Contas de luz ficam sem cobrança extra por oitavo mês seguido © Agenusp/USP Imagens

A conta de energia elétrica terá bandeira verde em agosto. Com isso, não haverá aumento na cobrança de luz em todo o país. 
O anúncio foi feito no início da tarde desta segunda-feira (31) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a agência reguladora, a bandeira verde será possível devido a melhoria dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas.

A expectativa da agência reguladora é que esse cenário seja mantido até o fim do ano, ou seja, sem o acionamento de usinas termelétricas, que geram energia mais cara.

A bandeira tarifária passou a ser verde para todos os consumidores brasileiros em abril de 2022, quando terminou a vigência da bandeira de escassez hídrica.

Destaque

SP fica fora de Programa Nacional de Livro Didático e irá usar só conteúdo próprio em escolas

Rivaldo Gomes - 2.ago.21/Folhapress

 A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) abriu mão de participar do Programa Nacional do Livro Didático, no qual os livros didáticos são comprados com verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, do MEC. Além disso, decidiu que, a partir de 2024, a rede de educação paulista terá apenas conteúdo didático digital, não mais o impresso.

O governo paulista deixou de aderir, por ora, ao programa de material didático do fundamental 2 e manteve apenas a adesão para os livros literários. Mas já informou que fará o mesmo com o ensino médio.

A informação foi confirmada à reportagem pela Secretaria de Educação do Estado, comandada por Renato Feder, na tarde desta segunda-feira (31). A pasta disse que utilizará apenas conteúdo produzido pelo governo para manter "a coerência pedagógica".

Com a decisão, tomada na semana passada, o governo paulista abre mão de um montante de cerca de R$ 120 milhões, apenas considerando o fundamental 2, cujo material será comprado a partir deste semestre, de acordo com a Abrelivros (Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais).

São mais de 1,4 milhão de alunos que não receberão livros didáticos impressos no ano que vem. Considerando todos os conteúdos disciplinares, mais de 10 milhões de livros deixarão de ser distribuídos.

Ângelo Xavier, que é presidente da associação, afirmou à reportagem que a entidade pediu esclarecimentos sobre a decisão à Secretaria de Educação.

Segundo ele, é a primeira vez em 80 anos do programa nacional de livros que São Paulo fica de fora.

"Essa é uma decisão muito grave e de gabinete, sem consulta às escolas", afirmou.

"Não entendemos por que abrir mão do PNLD. Além disso, adotar apenas material didático digital vai na contramão do mundo e de vários estudos, que apontam a menor retenção de aprendizado", afirma. "Isso também amplia o uso de tela na infância e na adolescência, em um momento em que vemos os prejuízos do uso excessivo de tecnologia."

Consultada, a secretaria enviou a seguinte nota:

"A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo esclarece que permanece ativa no Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para a distribuição de livros literários. A Educação de SP possui material didático próprio alinhado ao currículo do Estado e usado nas 5.300 escolas, mantendo a coerência pedagógica. Para os anos iniciais, material digital com suporte físico; nos anos finais e ensino médio 100% material digital.

Todas as ações pedagógicas lançadas pela Pasta são definidas com base no material próprio. Um exemplo é o Provão Paulista, que será usado como forma de ingresso em 2024 nas universidades públicas do Estado, como USP e Unicamp."

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