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Homicídio, furto e estupro crescem no estado de São Paulo em janeiro

Houve piora nos indicadores de criminalidade no primeiro mês do ano em comparação a janeiro de 2022. Imagem: Rivaldo Gomes / Folhapress

Os casos de homicídio, furto e estupro cresceram no estado de São Paulo, em janeiro de 2023.
Houve piora nos indicadores de criminalidade no primeiro mês do ano em comparação a janeiro de 2022. De acordo com as estatísticas criminais divulgadas na segunda (27), pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, o número de homicídios dolosos (com intenção de matar) subiu 5,9%, passando de 236, em janeiro de 2022, para 250 no mês passado.

Os casos de estupro registraram alta de 14,8% em relação ao mesmo período, chegando a 921 casos no mês passado. O índice de furtos teve aumento de 11,5%. Os roubos e furtos de veículos cresceram, 10,8% e 9,6%, respectivamente. Os roubos em geral aumentaram de 20.474 para 20.877.

Produtividade policial

O balanço mostra ainda aumento na produtividade policial na comparação entre janeiro de 2022 e janeiro de 2023, mesmo com a alta da criminalidade no período.

“Entendemos que a produtividade operacional é fator decisivo e preponderante, e demonstra o sinal de melhora na segurança pública”, afirmou o secretário Guilherme Derrite.

Segundo os dados, houve aumento de 7,2% na apreensão de armas de fogo, 25,9% de pessoas presas por mandado, 2,1% de veículos recuperados, 11,8% de flagrantes lavrados, 10,3% de pessoas presas e apreendidas em flagrante, e 8,5% de ocorrências de tráfico de entorpecentes.

Carnaval

No carnaval, conforme os dados, foi registrada queda de 36% no número de roubos de aparelhos celulares. Os representantes da secretaria consideram que a festa deste ano foi “a mais segura dos últimos anos” no estado.

“Tivemos sucesso em todos os números. Os furtos e roubos nestes eventos caíram. Em alguns locais chegaram a cair mais de 23%. Fizemos um trabalho antecipado, além da utilização de drones e do policiamento. Esse foi o carnaval mais seguro dos últimos anos”, afirmou o coronel Cássio Araújo de Freitas, Comandante Geral da Polícia Militar.

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